Verificar ASSENTAMENTO SANTA CATARINA Monteiro

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NATUREZA ARREBATADORA

A PROPRIEDADE RURAL SANTA CATARINA POSSUI 4.500 HECTARES, FICA LOCALIZADA NA MICRORREGIÃO DOS CARIRIS VELHOS, NA REGIÃO FISIOGRÁFICA DA BORBOREMA CENTRAL.

O ACESSO PARA A FAZENDA, PARTINDO DE JOÃO PESSOA, SE DÁ PELAS RODOVIAS BR-230 E BR-412.

Em 1997, o projeto que virou livro chamado “Terra de Morada, um diagnóstico sócio-cultural do Assentamento”, editado por Durval Leal Filho, contou 453 famílias que viviam na antiga Fazenda, que localiza-se na cidade de Monteiro, a 319 quilômetros de João Pessoa.

Atualmente, conta com cerca de três mil moradores distribuídos entre os dez sítios que a propriedade possui, Macapá, Batizal, Lagoa do Caititu, Ribeira, Louro, Barro, Tungão, Olho D’água de Santa Catarina (sede da Fazenda), Matarina e Gabriel. O local está localizado num território quente e seco, no Semiárido, uma área de maciças serras residuais que variam entre 400 e 800 metros de altura. Onde a Fazenda está é a bacia hidrográfica do rio Paraíba, a segunda mais importante do Estado.

O primeiro membro da família Santa Cruz, proprietária da Fazenda, foi um francês que aportou em Recife e chegou a Sumé, cidade vizinha à Monteiro, há cerca de 170 anos. Quando ele chegou à fazenda já havia moradores que continuaram no local. Segundo João Irineu da Silva, que estava com 72 anos, morador antigo entrevistado no livro Terra de Morada, a Fazenda começou no sítio Macapá. Lá existia um pequeno açude, a Lagoa dos Caititús, construída pelo avô de João, conhecido por Roque. Depois, a sede da fazenda se transferiu para o sítio Olho D’água de Santa Catarina, chamada também de Chalé, que mantém a mesma estrutura.

A história do local enquanto Assentamento é mais recente, data de 1994, quando o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) oficializou a posse dos moradores na propriedade. Com quase dois séculos neste lugar de paisagens naturais densas e multiformes, a pequena comunidade rural da Santa Catarina criou uma história e uma cultura. A produção artística desenvolveu-se no Assentamento, em sua maior parte, na oralidade. Ela se expressa nas cantorias, nos repentes de cordel, na poesia popular recitada e nas bandas de pífano. Dessa cultura das bandas de pífano viveu e ficou conhecida a moradora Isabel da Loca ou Zabé da Loca.

A cultura será tratada no roteiro como elemento signicativo de análise da realidade rural nordestina. Grande parte dessa rota é dedicada à religiosidade, às artes e ao artesanato monteirense. Um dado que chama a atenção é essa concentração artística e cultural que se dá de forma generalizada. Ou seja, qualquer morador do Assentamento tem dotes artísticos ou é detentor de uma história, no mínimo dos mínimos, de guerrilha contra a exclusão social.


  •  Data de publicação: 07/20/2017
  •  Região: Paraíba
  •  Cidade: Monteiro
  •  Endereço: Assentamento Santa Catarina
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